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Ciência e Tecnologia

Ciência e Tecnologia como fator de desenvolvimento nacional

 

Em 1988, durante a Constituinte, Roberto Freire advertia: “Temos a obrigação histórica de diminuir, o mais rapidamente possível, o hiato tecnológico que separa nosso país de outras nações desenvolvidas.” Ainda falta muito para o Brasil, percorrer esse caminho.

A preocupação de Roberto Freire com a Ciência e Tecnologia (C&T), como forma de alavancar o desenvolvimento do país, não é nova. Desde os debates da Constituinte, que culminou na Carta Magna de 1988, o então jovem deputado já buscava chamar a atenção de seus pares e da sociedade brasileira para a importância de se investir e dar à C&T o devido peso, sob pena do Brasil ficar à margem das grandes nações mundiais.

Em sua fala publicada no jornal Correio Braziliense, em 2 de setembro de 1988, Freire comprova essa postura e preocupação:
“Hoje de nada vale um país ter sua independência política apenas. Se ela não vier acompanhada da busca pela independência tecnológica, esse mesmo país, inevitavelmente, continuará com seu status de colônia, só que agora modernizada.

“Nós, constituintes que possuímos essa consciência, temos a obrigação histórica de diminuir, o mais rapidamente possível, o hiato tecnológico que separa nosso país de outras nações desenvolvidas.”

Freire já entendia que a solução para o desenvolvimento do país passa, inevitavelmente, pela utilização da tecnologia como meio de superação da pobreza e dos principais gargalos do país.

Coerente com essa preocupação, Roberto Freire, quando senador, formulou o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 257 de 2000, que dispunha sobre incentivo à pesquisa e à inovação tecnológica. Infelizmente, no entanto, o tema não foi considerado uma prioridade naquela época.

Recursos para investimento em C&T no Estado de São Paulo

Entusiasta do desenvolvimento de pesquisas em C&T, mantém, desde 1996, uma tradição de destinar emendas parlamentares para o desenvolvimento de setores chaves, como Saúde, Educação e Cultura. Ciência e Tecnologia estão entre os principais.

No período de 2012 a 2015, por exemplo, Freire destinou um total de 12,6 milhões para Ciência e Tecnologia no Estado de São Paulo.

Os recursos destinados por Freire foram indicados para a aplicação em medidas importantes, como:

• Investimento nos laboratórios de pesquisa avançada da USP, Unesp e Unicamp, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP);

• Apoio a projeto de tecnologia social e assistiva nos municípios do Vale do Ribeira, uma das regiões mais carentes do Estado de São Paulo, que possui índices de desenvolvimento humano muito abaixo da média das demais regiões do estado;

• Apoio a projeto de inclusão digital no município paulista de Bálsamo;

• Projeto de fomento da pesquisa e desenvolvimento voltados à inovação e ao processo produtivo da Fatec do município de Mogi Mirim, entre outras atividades.